Alexandre Callari é um dos grandes destaques do festival

Por: Leo Bardini

Tão importante quanto quem ilustra uma HQ ou livro, é quem o escreve. É o escritor que cria e descreve com os mínimos detalhes os magníficos cenários e os grandes heróis e vilões que imaginamos ao lermos uma história. O que seria do mundo geek se não fossem estes verdadeiros mestres das palavras?

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13483111_1051324514904468_1192871673216560277_oE é com imensa satisfação que o Festival Limeirense de Quadrinhos recebe Alexandre Callari, que é escritor, tradutor e editor de revistas em quadrinhos. Callari também já atuou em diversas outras áreas como música, políticas púbicas e até mesmo artes marciais.

13466259_1051414051562181_2519518706457281573_nAlexandre Callari é autor de diversos grandes títulos como “Apocalipse Zumbi – os primeiros anos” e “Apocalipse Zumbi – Inferno na Terra”, “Desvendando Nelson Rodrigues” e a aclamada série “Quadrinhos no cinema”, além de trabalhar na tradução de “Conan – o Bárbaro”, “Nos bastidores do Pink Floyd” e “Branca de Neve – os contos clássicos”.

Atualmente é editor e apresentador do site Pipoca & Nanquim, com Bruno Zago e Daniel Lopes.

“Sou apaixonado por HQs desde muito jovem – iniciei minha coleção aos 11 anos, em 1987, e hoje tenho mais de 17 mil gibis”.
Alexandre Callari

Na palestra “Trabalhando com Quadrinhos”, Alexandre Callari falará um pouco sobre sua experiência nos principais campos em que atuou, além de tirar dúvidas do público sobre como é atuar em determinada área.

Como começou sua paixão pelos quadrinhos? Qual o seu personagem favorito?
Sou apaixonado por HQs desde muito jovem – iniciei minha coleção aos 11 anos, em 1987, e hoje tenho mais de 17 mil gibis. Não tenho um único personagem favorito, mas gosto muito do Batman, Conan e Wolverine.

Qual obra você recomenda para quem quer se aventurar pela primeira vez no mundo dos quadrinhos?
Isso depende muito de que tipo de revista a pessoa busca. Se for algo relacionado a super-heróis, eu recomendaria alguns clássicos modernos, como Guerra Civil e Crise de Identidade, posteriormente progredindo para os clássicos de sempre. Se a pessoa busca outro tipo de publicação, há obras seminais como Maus, os trabalhos de Joe Sacco, Persépolis e, claro, quase tudo do Will Eisner. Há vertentes ricas nos quadrinhos eróticos e de terror, assim como ficção científica – isso sem contar tiras de jornais e mangás – então é difícil nomear uma obra em específico.

Qual a importância de eventos como o Festival Limeirense de Quadrinhos para a cultura geek no interior?
Acho que este tipo de evento é fundamental para disseminar a cultura pop atual e promover interação entre os fãs – este último é o mais importante, pois fortes correntes se formam em eventos do gênero.

Ansioso para encontrar Callari e outros grandes nomes e profissionais do mundo nerd? Então venha para o Festival Limeirense de Quadrinhos, que acontece nos dias 2 e 3 de julho a partir das 11h, na Oficina Cultural Carlos Gomes (Palacete Levy), que fica no Largo Boa Morte, 11 no Centro de Limeira (SP). Saiba como chegar.

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